Edição 10

Edição lançada em 28/02/2015

Editorial 10

Passado o carnaval, o ano já pode começar. Começou mal em Hollywood (ao menos na opinião deste que vos escreve), com Birdman ciscando quatro Oscars numa celebração da técnica sobrepondo a dramaturgia (e discorro mais sobre isso em texto que está por estas páginas), num ano em que concorriam filmes mais interessantes, como Sniper americano, Boyhood, Grande hotel Budapeste e até Whiplash.

Mas vamos falar de coisas boas (não, não vamos falar da iogurteira TopTherm, embora os merchans de programas de fofoca garantam que também é coisa boa): Phillippe Watanabe carnavalizou com uma fantasia de castor ao comentar sobre Um novo despertar, dirigido por Jodie Foster; Marcella Grecco caiu num samba norueguês ao falar de “Oslo, 31 de agosto”; Juliana Maués preferiu uma marchinha clássica e versou sobre “Se meu apartamento falasse”, de Billy Wilder, que, recentemente, voltou às telonas nas sessões de clássicos do Cinemark; e Álvaro André Zeini Cruz encontrou em “O Abutre” um espécime muito mais interessante do que o passarinho que ganhou o Oscar.

Boa leitura!

Álvaro André Zeini Cruz

editor

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